Treinar em jejum é uma prática comum entre corredores. Muitos acreditam que ela ajuda a queimar mais gordura.
No entanto, o efeito depende de vários fatores. Intensidade, duração e objetivo do treino fazem diferença.

O que é correr em jejum
Correr em jejum significa treinar sem se alimentar antes. Geralmente, isso acontece pela manhã.
Nesse período, os estoques de glicogênio estão mais baixos. O corpo tende a usar mais gordura como energia.
Possíveis benefícios do treino em jejum
Alguns corredores relatam vantagens com essa estratégia. Entre elas estão:
- Maior adaptação à queima de gordura.
- Sensação de leveza durante a corrida.
- Facilidade para treinos curtos.
- Praticidade na rotina matinal.
Esses benefícios costumam aparecer em treinos leves. A intensidade deve ser controlada.
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Quando o jejum não é recomendado
Nem todos os treinos funcionam bem sem alimentação. Em alguns casos, o risco aumenta.
Evite correr em jejum quando houver:
- Treinos longos ou intensos.
- Sensação de tontura ou fraqueza.
- Histórico de hipoglicemia.
- Objetivo de melhorar performance.
Nessas situações, a alimentação prévia é importante.
Como testar com segurança
Se quiser experimentar, comece com treinos leves. Observe a resposta do corpo.
Algumas dicas ajudam:
- Mantenha a hidratação.
- Comece com corridas curtas.
- Evite treinos intervalados.
- Alimente-se logo após o treino.
Cada organismo reage de forma diferente. Ajustes podem ser necessários.
O mais importante é o equilíbrio
Treinar em jejum não é obrigatório. A estratégia deve respeitar objetivos e limites.
Para performance, a alimentação costuma ser mais eficiente. Já para treinos leves, o jejum pode funcionar.
Fonte: SportLife

