segunda-feira, janeiro 19, 2026
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Equipe de Murilo Huff rebate falas de Dona Ruth sobre visitas a Léo

A equipe de Murilo Huff se pronunciou sobre as falas de Dona Ruth sobre estar sendo impedida de ver o neto, Léo, fruto do relacionamento do cantor com a cantora Marília Mendonça. Murilo obteve a primeira vitória no processo que move contra Ruth na última segunda-feira (30/6), onde obteve a guarda provisória da criança.

Dona Ruth afirmou que está vivendo um luto desde a decisão e lamentou estar longe do neto: “Eles proíbem a gente de vê-lo, colocaram lá uma visitação absurda de 15 em 15 dias e proíbe a gente de vê-lo. Meu filho está mal, meu filho está arrasado”, disse ela em entrevista ao g1.

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Léo, Murilo Huff e Dona Ruth

Reprodução

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Dona Ruth Moreira e Murilo Huff

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Léo e Murilo Huff.

Reprodução/Redes sociais.

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O cantor Murilo Huff pediu a guarda unilateral do filho

Reprodução/Internet.

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Murilo Huff posa com o filho, Léo

Reprodução/Redes sociais.

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Leo e dona Ruth

Reprodução/Redes sociais

Após a repercussão da fala, a assessoria do cantor se manifestou sobre o tema. Ao Metrópoles, eles afirmaram que a fixação do direito de convivência de Dona Ruth com Léo foi determinada pela Justiça e que teria se amparado “nas circunstâncias do processo, visando, evidentemente, o melhor para o bem estar do Léo”.

“Murilo tem plena consciência que como pai não poderia se omitir frente a tais questões, as quais, quando possível, todos saberão. Por último, Murilo informa que, pautado na boa-fé que lhe é peculiar, cumprirá com a determinação judicial imposta”, finalizou a equipe de Murilo, em nota.

Leia a íntegra da nota

“Contrariando o que vem sendo divulgado, tanto por Dona Ruth, seus familiares, sua equipe e/ou imprensa, Murilo Huff sempre procurou manter uma convivência harmoniosa e pacífica.

Ocorre que, em razão de diversas situações graves e buscando o melhor para seu filho, não teve outra alternativa senão buscar em juízo a guarda do menor.

Para conhecimento, antes de ingressar com referido processo e mesmo ciente das situações alarmantes, Murilo buscou uma composição amigável, a qual foi ignorada por Dona Ruth.

Por clareza, todos os dias Léo vai para casa de seu pai, exceto aos finais de semana, Murilo participa ativamente da rotina do filho. Não só Murilo como, seus avós paternos, tios, primos e afins, ou seja, Léo sempre teve e tem uma convivência diária e habitual com a figura paterna.

Nesse cenário, ainda que o processo tramite em segredo de justiça, é importante salientar que a decisão proferida claramente se baseou nos fatos e provas contundentes dos autos, sendo que, a fixação do direito de convivência foi determinada pelo Julgador que se amparou nas circunstâncias do processo, visando, evidentemente, o melhor para o bem estar do Léo.

Enfim, Murilo tem plena consciência que como pai não poderia se omitir frente a tais questões, as quais, quando possível, todos saberão. Por último, Murilo informa que, pautado na boa-fé que lhe é peculiar, cumprirá com a determinação judicial imposta”.





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