Sean Diddy Combs, também conhecido como P. Diddy, está sendo julgado nos Estados Unidos por uma série de acusações, que incluem tráfico sexual e conspiração de extorsão. Embora o caso esteja sendo amplamente repercutido pela mídia, não há imagens do rapper durante as sessões porque os tribunais federais do país proíbem a entrada de câmeras.
De acordo com o New York Times, o músico tem se mostrado atento e mantém um semblante tranquilo no tribunal, com expressões contidas, mesmo quando discorda das acusações.
Ele concordou quando George Kaplan, ex-assistente dele, descreveu o trabalho com ele como “quase como beber de uma mangueira de incêndio”.
Ele ainda debochou e balançou a cabeça quando uma assistente identificada como Mia afirmou que seria punida caso não fizesse “tudo o que ele mandasse”.
O cantor ainda se mexeu na cadeira e bocejou quando imagens de um Porsche, que pertencia a Kid Cudi, sendo queimado por coquetel molotov foram mostradas. O rapper acredita que Diddy ordenou o ataque.
Rotina no tribunal durante o julgamento
Preso no centro de detenção do Brooklyn, em Nova York, ele chega aos tribunais todas as manhãs, entre às 8h30 e às 9h, acompanhado de Oficiais do Serviço de Delegados dos EUA.
Ao chegar, ele cumprimenta alguns de seus nove advogados e observa a sala silenciosa. Ao invés de roupas de marca, ele utiliza suéteres, camisas sociais e sapatos sem cadarços. Ele também está com os cabelos grisalhos.
Geralmente, os três filhos adultos do rapper, assim como a mãe e a irmã dele, estão no tribunal durante as sessões e sentam nas primeiras fileiras.







